Incentivado pelo último post sobre o assunto e pelo MoneyTrackin, que incentiva seus usuários a darem dicas de como estão conseguindo economizar, resolvi compartilhar um pouco do tema com vocês também.

Não raro vejo amigos e conhecidos reclamando de suas situações financeiras, alegando que tem muitas despesas ou que não ganham o suficiente. Mas a maioria destes não tem mulher nem filhos ou sequer precisam contribuir financeiramente nas despesas de casa. O que causa então esta situação? Pensando nisso vou compartilhar algumas dicas que sempre se mostraram eficientes tanto comigo quanto com outras pessoas.
A dica zero é: não pague juros. Você não ganha juros. Se seu patrão atrasa seu salário por uma semana, você não recebe corrigido. Por que então você atrasa o pagamento de alguma conta para pagá-la mais cara?
Procure primeiramente diminuir os gastos fixos. Elimine as mensalidades que você não faz uso. Há quem pague 12 meses de academia para aproveitar o desconto mas não chega a frequentá-la por 4 meses. Ou ainda paga uma conta de celular mais cara com a sensação de que está gastando menos pois minuto custa mais barato. Talvez não valha tanto a pena.
Procure diminuir, destes, os variáveis. Contas de celular, telefone, gasolina, eletricidade, etc. Apague as luzes, fale mais no telefone fixo que no celular. Procure fazer viagens pendulares (casa-trabalho-casa) de ônibus ao menos algumas vezes na semana/mês. Dê e pegue mais caronas. Sai mais barato para ambos.
Por último, preste mais atenção aos pequenos gastos. Aqueles R$ 2,00 que você gasta todo dia mas acha que é tão pouco que não faz diferença. Em 22 dias úteis no mês eles totalizam R$ 44,00. Em um ano já somam R$ 528,00. Com este dinheiro você pode, por exemplo, comprar um belo celular ou um monitor de 19″.
E vocês? Que dicas podem dar para ajudar outras pessoas a fazerem seu dinheiro render?
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Repito a dica:
Pague 10% do seu salário a você mesmo!
Legal, Felipe. É uma boa tática. Eu sugiro ainda reservar a mesma quantia a título de poupança:
É sempre bom estarmos preparados para alguma eventualidade e você não acaba privilegiando demais nem o presente e nem o futuro.